De esguelha

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

0 bats  

(...ou não!)

Esta conversa teve lugar há alguns (largos) tempos. Hoje tropecei nela… Do tempo em que as coisas não eram o que pareciam e haviam grandes sustos, entre maçãs de Eva, vinho verde e beijos roubados a meio da noite…

XY diz: como estás? 
XX diz: bem. e tu, como estás? 
XY diz: com saudades de te dar uma beijoca na língua 
XX diz: :P pega 
XY diz: opa
XY diz: só uma, deixas?
XX diz: nunca se sabe…
XY diz: só um beijo na boca 
XX diz: não tens quem te beije?
XY diz: quero os teus lábios
XY diz: dah
XY diz: gosto da tua língua
XY diz: parva 
XX diz: lol
XY diz: não tenhas medo que não te como 
XX diz: eu? não tenho medo de ti 
XX diz: tu é que devias ter de mim
XY diz: e tenho
XX diz: lol

Sweet venom

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

2 bats  

Nem sempre precisamos de morder a própria língua para provarmos um pouco desse veneno.

Basta uma pequena distracção…

Um pouco de Lacuna Coil aqui também...

sábado, 19 de setembro de 2009

0 bats  

Desabafo

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

1 bats  

Dos dias em que a vontade de cortar os pulsos é mais forte que outro ímpeto qualquer, resta apenas uma pequena réstia da desilusão numa fé, que se me afigura agora como a derradeira, em algo que me seria concedido como um direito.

NBORLCPMF ou NOLPFMCRB ou BRCOMFPLON

domingo, 6 de setembro de 2009

0 bats  

Nado na cor dos teus olhos...
Ondulo nas curvas do teu corpo...
Leva-me mais longe.
Plano de braços abertos nos teus pensamentos...
Flutuo no teu emaranhado de ideias...
Mostra-me mais alto.
Corro nos teus sonhos...
Rastejo através da tua respiração...
Beija-me mais docemente.

Mentira

sábado, 5 de setembro de 2009

0 bats  

Já não me recordava de como é bom ouvir...

Também já sonhei...

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

2 bats  

Já houve tempos em que achei que os meus barquinhos de papel chegariam a algum lado, navegando rio abaixo.

Houve também tempos em que sonhei que os meus papagaios de papel colorido haveriam de pousar num jardim qualquer.

Também tive nuvens de algodão doce, flores de papel crepon, tendas de cobertor, asas de colibri, borboletas de suspiros, olhos de princesa, trança de Rapunzel e ouvidos de mel.

Depois cresci e a vida corrompeu-me...

Em metades, em fatias...

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

0 bats  

Não sei quem sou.

Fui deixada aos meus pensamentos,
Que voam, nadam e trepam.
Sou metade do que fui
E metade do que ainda serei.
E ainda não sei quem sou...

Corre veloz

terça-feira, 18 de agosto de 2009

0 bats  


Despertares

terça-feira, 11 de agosto de 2009

0 bats  


e ''... sem ti não há lua...'

domingo, 9 de agosto de 2009

0 bats  

Não posso deixar que te leve
O castigo da ausência,
Vou ficar a esperar
E vais ver-me lutar
Para que esse mar não nos vença.
Não posso pensar que esta noite
Adormeço sozinho,
Vou ficar a escrever,
E talvez vá vencer
O teu longo caminho.

Quero que saibas
Que sem ti não há lua,
Nem as árvores crescem,
Ou as mãos amanhecem
Entre as sombras da rua.

Leva os meus braços,
Esconde-te em mim,
Que a dor do silêncio
Contigo eu venço
Num beijo assim.

Não posso deixar de sentir-te
Na memória das mãos,
Vou ficar a despir-te,
E talvez ouça rir-te
Nas paredes, no chão.
Não posso mentir que as lágrimas
São saudades do beijo,
Vou ficar mais despido
Que um corpo vencido,
Perdido em desejo.

Quero que saibas
Que sem ti não há lua,
Nem as árvores crescem,
Ou as mãos amanhecem
Entre as sombras da rua.

 Beijo – Pedro Abrunhosa

* LMB !

Disfruta-me...

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

1 bats  

Posso ser pedaço de casca de laranja.
Amargo, mas se procurares mais um pouco, encontras a capa de chocolate...

Se me lembrar...

terça-feira, 4 de agosto de 2009

2 bats  

Há páginas que não queremos virar, de tão bem que nos sabem certas histórias.
E há páginas que saltamos sem sequer as ler...
Outras somos obrigados, a ler ou a saltar.
É um livro. Sim, é.
Com muitas histórias, muitos enredos, com personagem comum.
Nem sempre heroína, nem sempre vilã ou mulher sofrida.
Apenas diferentes capítulos.
Deixei um para ler mais tarde.
Se me lembrar...

Onde quer que estejas, encontrar-te-ei

domingo, 2 de agosto de 2009

1 bats  

Acredito que estejamos longe do fim.

De cada vez que surges do nada, não sei se sorria se derrame lágrimas. É a última que acabas por provocar. E depois partes, como sempre.

Não quero agora o que trazes para me oferecer. Não tenho agora espaço para ti na minha vida.

Sei que tens de novo essa tempestade a rebentar dentro de ti, mas não será nesta costa que os teus ventos rebentarão.

Parte.

Parte, mas parte de vez.

Parte e leva contigo as tuas  carícias, as tuas doces palavras, os teus lamentos. Não quero mais do que trazes para me oferecer. O teu tempo passou.

Não fui eu, quem quis deixar assuntos por resolver. Não fui eu quem fugiu por outros assuntos.

Por isso, vai.

Quero perder-me de ti, com a facilidade com que por ti me perdi.

Esquece-me, esquece o caminho para os meus braços. Esqueçamos tudo o que jamais nos uniu.

Nunca…

sexta-feira, 31 de julho de 2009

1 bats  

Nunca pensei…

Que depois de alguma felicidade, um brilho nos olhos e tudo o mais, tenhas rematado tudo com uma facadinha pelas costas.

Diz-me… Era mesmo necessário?

Like a rose on the grave of love

quinta-feira, 30 de julho de 2009

1 bats  

Persisto.
Insisto...
Desisto?

Beijo

quarta-feira, 29 de julho de 2009

0 bats  

Suave beijo de um fantasma, foi como senti ontem as tuas palavras no meu ouvido.
Suaves, sem lá estarem, sem as ouvir.
Continuam a soar como dardos, que não ferem, mas acalentam a dor que provocas com a tua ausência de mim.
Sei que chegarás um dia, na sela de um trovão, como sempre o fazes.
Um dia...

Só porque...

quinta-feira, 23 de julho de 2009

0 bats  

"Entre nós e as palavras há metal fundente"

Mário Cesariny

Por vezes, nem eu sei classificar…

0 bats  

Ninguém sabe. Ninguém sabe como me sinto.

angel7Não podem calçar os meus sapatos, como se isso os fizesse percorrer os mesmos trilhos que percorri.

Não podem sequer imaginar. Imaginar um pouco do que sinto. Seria surreal demais. Penoso demais.

Sinto-me o lixo que alguém deitou fora. Sinto-me a roupa que está a mais numa gaveta. Sinto-me a caloria que se põe de parte.

Não. Ninguém sabe como me sinto…

Não existes senão em mim

domingo, 19 de julho de 2009

0 bats  

Enquanto não te materializas diante dos meus olhos. Enquanto não existires de facto, vou sempre imaginar-te na minha frente, como perfeito que nunca chegarás a ser.

Quando te materializares na minha frente, não trarás qualquer colorido à minha vida. Não me farás sorrir nem cumprirás promessas feitas.

Sei-o. Sei que por algum motivo não existes. Não no mundo material, não no mundo que posso tocar.

Por isso limito-me a imaginar-te, a desenhar-te na minha mente, onde não poderás fazer estragos.

Sinto-me segura assim.

Não te toco, não me tocas. Não te oiço, não tenho de te falar. Apenas olho para ti, enquanto te construo com as minhas melhores peças. Apenas te moldo, mudando elementos de um local para outro.

Apenas existes no meu mundo. É aqui que quero que estejas. Não fechado… Apenas retido. Não te vou deixar sair, não quero que tomes forma no mundo fora de mim.