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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

0 bats  

Há dias em que acordo triste.
Outros em que nem dou por acordar...
Ao contrário de dissipar, o tempo está gradualmente a potenciar a dor.
Essa mesma dor que vai remoendo, abrindo caminho à toa pela minha alma adentro...
A dor transformou o pequeno verme num terrível monstro.
Raramente o consigo controlar, acho que já nem tento...
Simplesmente deixo-o aproximar-se, devastar o meu estado de espírito como qualquer tufão, para depois me deixar ficar com a calmaria...

sexta-feira, 2 de julho de 2010

0 bats  

Às vezes detesto ser eu mesma...

É curioso...

sábado, 5 de junho de 2010

0 bats  

... saber quem é o pai dos nossos filhos.

(O resto, no sítio do costume...)

Xiu... É segredo

terça-feira, 6 de abril de 2010

0 bats  

Secretamente mantenho um desejo...
Nunca falei deste desejo secreto a ninguém, talvez com receio da sua não-concretização.

Não impus a este secreto desejo uma data, um limite.
Desejo que aconteça, fujo quando o vejo aproximar-se.
Mas um dia..., um dia concretizar-se-á. Tenho a certeza disso.

Só assim solto...

sábado, 20 de fevereiro de 2010

0 bats  

Durante a nossa estadia vamos encontrando momentos dificeís.
Fazemos frente a uns, voltamos costas a outros. Os últimos, invariavelmente, regressam à nossa cara.
Se não forem resolvidos no momento, estarão á nossa espera em qualquer outra etapa da minha vida.
Até aqui, tenho conseguido gerir as minhas próprias dificuldades, as que me oferecem e as que se desembrulham à minha frente.
Bem ou mal dei-lhes a volta. Talvez alguns não tenham de todo ficado resolvidos.
Mas está aí a boa gestão: encaixá-los nos momentos certos, para me predispôr a resolvê-los em definitivo.

Também já sonhei...

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

2 bats  

Já houve tempos em que achei que os meus barquinhos de papel chegariam a algum lado, navegando rio abaixo.

Houve também tempos em que sonhei que os meus papagaios de papel colorido haveriam de pousar num jardim qualquer.

Também tive nuvens de algodão doce, flores de papel crepon, tendas de cobertor, asas de colibri, borboletas de suspiros, olhos de princesa, trança de Rapunzel e ouvidos de mel.

Depois cresci e a vida corrompeu-me...

Corre veloz

terça-feira, 18 de agosto de 2009

0 bats  


Se me lembrar...

terça-feira, 4 de agosto de 2009

2 bats  

Há páginas que não queremos virar, de tão bem que nos sabem certas histórias.
E há páginas que saltamos sem sequer as ler...
Outras somos obrigados, a ler ou a saltar.
É um livro. Sim, é.
Com muitas histórias, muitos enredos, com personagem comum.
Nem sempre heroína, nem sempre vilã ou mulher sofrida.
Apenas diferentes capítulos.
Deixei um para ler mais tarde.
Se me lembrar...

Like a rose on the grave of love

quinta-feira, 30 de julho de 2009

1 bats  

Persisto.
Insisto...
Desisto?

Por vezes, nem eu sei classificar…

quinta-feira, 23 de julho de 2009

0 bats  

Ninguém sabe. Ninguém sabe como me sinto.

angel7Não podem calçar os meus sapatos, como se isso os fizesse percorrer os mesmos trilhos que percorri.

Não podem sequer imaginar. Imaginar um pouco do que sinto. Seria surreal demais. Penoso demais.

Sinto-me o lixo que alguém deitou fora. Sinto-me a roupa que está a mais numa gaveta. Sinto-me a caloria que se põe de parte.

Não. Ninguém sabe como me sinto…

Porque...

segunda-feira, 13 de julho de 2009

0 bats  



Porque nem só de noite se vê a Lua.
Porque por vezes me apetece desatinar com os meus Sonhos.
Porque a Vida se volta de costas para mim.
Porque no fundo não sei que Portas devo abrir.
Porque os Sentimentos se chocam com os Pensamentos.
Porque o Corpo não me acompanha a Alma.
Porque não sei o que o Hoje me reserva...
Por isso vou-me deixar ficar sentada, quieta, talvez até que a Lua mude de branco para amarelo e se deixe ficar no céu imenso acima da minha cabeça, movendo-se apenas a cada batida do meu doente coração.

Percursos vs. Caminhos

terça-feira, 30 de junho de 2009

0 bats  


Sinto um mar revolto dentro de mim, vagas gigantes que me esbofeteiam por fora, em todas as direcções.
Não sei se me deixe ficar sossegada, deixar-me esbofetear, se nade, mesmo que seja contra a maré.
Tenho pensado em percursos e em caminhos.
Não sei se me mantenha na corrente se tente mudar tudo. Mudar radicalmente quem sou.
Nem para melhor, nem para pior.
Para diferente.
Mudo-me de peito aberto ou deixo-me ir....

E agora?

terça-feira, 23 de junho de 2009

0 bats  

Parece que os meus momentos de grandes decisões, se seguem em cadência, mais ou menos atribulada, em que a cada decisão tomada, surge a necessidade de de imediato tomar outra.
Começo a ficar cansada de manter a minha vida neste ritmo que tão pouco me diz, e não encontro a forma de conseguir saltar deste prato e projectar-me no vazio que me rodeia, mas que se abre aos meus olhos como uma imensidão de boas oportunidades.
Não quero de todo, ficar por aí a pairar, mas ter as asas que me permitam percorrer aquilo que quero, há algum tempo.
Não são ambições. Não são sonhos. São liberdades das quais me escondi e que agora não encontro com facilidade.
Portanto... e agora?

Uno ou dupla?...

segunda-feira, 15 de junho de 2009

2 bats  


Tentei separar-me do Meu "eu", juntando duas partes que NUNCA se compreenderam entre si.

Resultado: senti a falta dEste lado, que apesar de ocuLto, é para mim ainda assim, o mais Belo dos dois...

Tenho de reler O Segredo...

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

3 bats  

Esta semana não iniciou da melhor maneira, de todo...
Na terça de manhã, ainda eu estava enterrada nos lençois, levo plos queixos com uma chamada do escritório da advogada.
Só me apeteceu ser como o gato Napoleão, e ouvir apenas o que me interessava.
Mas não... ouvi tudo e até pedi para repetir.
Um pagamento de 200 para fazer com data de caducidade hoje.
Custa-me não pela quantia, mas pagar por algo que só vai acontecer em Junho de 29, custa-me um pouco a digerir.
Para ajudar, hoje resolvo limpar o quarto e a meio da função o cabrão do aspirador morre-me nos braços. Não tive outro remédio senão montar na vassoura, qual bruxa destrambelhada.
Logo vai mais guita pla janela...
O ar condicionado do quarto está tudo menos condicionado. Neste momento, o desgraçado pensa que é uma ventoinha. E isso, nas noites frias que temos passado, não é de todo tolerável.

A morte

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

1 bats  


Hoje alguém disse-me ter medo da morte, de morrer ou que alguém de que gosta morra.
Não entendo estes medos.
Medo de algo certo, que todos sabemos que um dia vai acontecer.
E a beleza disso tudo, é precisamente não sabermos quando. A derradeira surpresa!
No fundo, acho que o que temem não é a morte em si, mas tudo aquilo que ouvem em vida. O temível inferno e o pagar das dívidas de tudo quanto de mal se fez em vida.
Mas afinal, o que fazemos de mal?
Pensamos, logo agimos em total consciencia dos nossos actos. Bem ou mal, não cabe a nenhum de nós julgar. Nem a nenhum pretenso deus ou entidade. O que fazemos, feito está e nada mais.
Às vezes acho que a réstia de irracionalidade nos nossos cérebros é que faz com que se pense assim.
Mas também acho que não seja um fim. Apenas uma etapa, como quem acaba um ciclo escolar.
Talvez realmente tornemos a renascer, conscientes ou não desta vivência, não sei e tão pouco me importa. Uma vida de cada vez :)
Mas pensar numa vida que tem um fim sem pensar que foi apenas um teste, não tem muito jeito.

Onde?

quinta-feira, 31 de maio de 2007

0 bats  

Às vezes não é um início, não é um fim. Sucedem-se os movimentos sem que perceba muito bem de onde vem ou para onde vai...


Sinto apenas o movimento como se estivesse de olhos fechados, apenas à espera de um golpe final, que tudo termine.

Ficar à espera e sempre acontece quando menos se espera. Mesmo sem fazer sentido será sempre com esse sentimento que tudo aflora à sua pele, sem mesmo a tocar.

...