Onde quer que estejas, encontrar-te-ei

domingo, 2 de agosto de 2009

 

Acredito que estejamos longe do fim.

De cada vez que surges do nada, não sei se sorria se derrame lágrimas. É a última que acabas por provocar. E depois partes, como sempre.

Não quero agora o que trazes para me oferecer. Não tenho agora espaço para ti na minha vida.

Sei que tens de novo essa tempestade a rebentar dentro de ti, mas não será nesta costa que os teus ventos rebentarão.

Parte.

Parte, mas parte de vez.

Parte e leva contigo as tuas  carícias, as tuas doces palavras, os teus lamentos. Não quero mais do que trazes para me oferecer. O teu tempo passou.

Não fui eu, quem quis deixar assuntos por resolver. Não fui eu quem fugiu por outros assuntos.

Por isso, vai.

Quero perder-me de ti, com a facilidade com que por ti me perdi.

Esquece-me, esquece o caminho para os meus braços. Esqueçamos tudo o que jamais nos uniu.

1 bats:

Dias Sensuais disse...

Como diz o ditado:

"Razões que a propria razão desconhece..."

Só o tempo parece fazer esquecer... mas mesmo esse repete-se ... dias , noites, Primaveras, Verões, Outonos, Invernos...

...e há pequenas coisas que por mais que se queira... nunca desaparecem... deixam sempre um bocadinho cravado em nós.


beijo e já podes espreitar :-)